sábado, 27 de fevereiro de 2010

Educação dos filhos


Imagem tirada daqui.
Como professora percebi que um dos grandes problemas da sociedade contemporânea é a falta de participação dos pais na vida dos filhos. Não é apenas na vida escolar, mas na vida como um todo. Esse mal parece estar por todas as partes, em todas as classes sociais.
O que percebo é que os pais estão cada vez mais fora de casa, então no pouco tempo em que estão com os filhos, acabam cedendo aos pedidos, mas o essencial, que é dedicar seu TEMPO, se interessar pela vida dos filhos, não é feito.
Educar dá trabalho! E NÃO é função da escola, é função dos pais. Não adianta ir em todas as reuniões de pais, não adianta dar celulares e video-games da moda. Isso não educa, é apenas uma atitude egoísta dos pais, pois dá a falsa sensação de que estão suprindo as necessidades de seus filhos. E não estão.
A criança o o adolescente querem ATENÇÃO, eles precisam que seus pais passem mais tempo com eles, que eles dêem limites e saibam dizer não na hora certa.
Apenas mudando essa realidade, dentro de casa, que conseguiremos mudar essa sociedade que parece estar cada vez mais sem regras. 

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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Sim, há vida nesse blog

Um post rápido para dizer que há vida nesse blog. Depois da tortura trabalho volto para postar.

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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Reclamação do Hospital Santa Virgínia

Quero me desculpar com minhas leitoras sobre a carta de reclamação publicada, mas acredito que o blog também é um meio de comunicação e nesse caso o nosso direito, lactantes e mamães, não foi cumprido.
Essa carta foi enviada ao Hospital já citado, aos principais meios de comunicação e aos órgãos competentes. Eu acredito que só assim conseguiremos um pouco de dignidade, infelizmente é preciso lutar pelos nosso direitos, ficar quieto é aceitar esse tipo de atitude.
Em breve volto com mais novidades.

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Venho por meio desta, expressar a minha indignação com o Hospital Santa Virgínia, localizado na Rua Celso Garcia, 2294. Esse lugar, que se diz hospital, não passa de um estabelecimento que desrespeita completamente os pacientes que o procuram e não possui funcionários capacitados para lidar com a preciosidade que é a vida.
Dia 02/02/2010, uma terça feira, após passar mal durante o dia, resolvi ir a emergência desse hospital. Demorei a tomar a decisão, pois sou mãe de um bebê de 8 meses que, por ser alérgico ao leite de vaca, ainda amamenta. Não queria levá-lo a um hospital, pois, como é de conhecimento público, é um lugar mais propício a infecções.
Infelizmente, por amamentar, não posso ficar muito tempo longe do meu filho, então, à noite resolvi ir à emergência com meu marido e filho, meus pais nos acompanharam para ajudar com o bebê. Chegamos ao hospital às 22 horas e 24 minutos, saímos às 23 horas e 14 minutos sem, ao menos, fazer a ficha cadastral, anterior a triagem. O hospital contava com apenas 2 funcionários para fazer a ficha, sendo que um dos funcionários, a senhora Claudia, apenas ficava ao telefone.
Ao chegar ao hospital peguei uma senha e aguardei me chamarem para fazer a ficha. O hospital não estava cheio. Quando eu já estava a 40 minutos esperando, apenas 3 pessoas haviam sido chamadas para fazer a ficha. Como eu estava com muita dor abdominal, e muito preocupada com o horário de mamada do meu filho, fui informar a senhora Claudia, atendente do local, que eu era lactante e estava com um bebê. Ela me respondeu que não poderia fazer nada e eu deveria aguardar. Apesar de ela estar indo contra a LEI 10.048 de 08 de dezembro de 2000, que diz que lactantes e pessoas portadoras de crianças de colo tem atendimento preferencial, (“Art. 1o As pessoas portadoras de deficiência, os idosos com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos, as gestantes, as lactantes e as pessoas acompanhadas por crianças de colo terão atendimento prioritário, nos termos desta Lei”), aguardei chamarem a minha senha.
Com quase uma hora de espera fui chamada para fazer a ficha cadastral, sem passar por nenhuma triagem.
Enquanto eu estava fazendo o cadastro a senhora Claudia atendeu ao telefone, percebi ser sua supervisora. Ela explicou a sua superior que os pacientes estavam reclamando do atendimento e tinha até gente inventando que era lactante para passar na frente.
Ora, a pessoa que disse que era lactante fui eu. E não estava inventando, eu estava com uma bebê de 8 meses exposto as doenças do local. Sendo acusada de mentirosa, mesmo estando com um bebê, foi o suficiente para eu perder a paciência e discutir com a funcionária. O argumento utilizado pela senhora Claudia foi que eu dissera que era lactante, ora, teria ela algum tipo de deficiência intelectual e não sabia que lactantes são mulheres que amamentam? Ou ela simplesmente se acha acima de uma Lei Federal?
A Lei é clara, lactante têm atendimento preferencial, estando ou não com o seu bebê. No meu caso, alem de lactante eu estava com meu bebê.
Pergunto-me como um hospital contrata uma pessoa totalmente despreparada que não sabe o significado de “lactante”, ou mesmo, que descumpre uma lei federal. Um funcionário é a imagem da empresa que trabalha. Ela era a representante e a imagem do hospital naquele momento, assim passou a imagem de que o hospital não apenas ignora a Lei de Atendimento Prioritário, mas também o respeito com todos os pacientes que estavam lá aguardando por atendimento.
Sua supervisora ainda se desculpou com meu marido, mas não acredito caber uma desculpa, pois ela infringiu uma lei. O atendimento preferencial não é uma norma do hospital, é uma Lei que deve ser seguida e cabe punição.
Fico impressionada com esse hospital, em sua página inicial do site tem os seguintes dizeres:
“O Hospital Santa Virgínia, prezando pelo avanço tecnológico e qualidade de seus serviços , disponibiliza seus equipamentos para o CDI.” [...] “Os cuidados com a saúde começam com um bom DIAGNÓSTICO”.

No intervalo de tempo em que estive lá não vi preocupação nenhuma com qualidade de serviço, principalmente com a vida das pessoas em questão. Como falar em diagnóstico, se as pessoas tem que esperar por uma hora para fazer ficha cadastral e só então ir para triagem. Um hospital que não só mostrou despreparo, mas também um grande desrespeito com a vida humana.
Deixo aqui registrado que tenho os recibos do estacionamento com horário de entrada e saída, assim como uma comprovante do hospital do horário em que estive no local. Lembrando que não fui atendida, nesse estabelecimento. Tive que me dirigir a outro hospital, esse sim tratando a todos com DIGNIDADE, para que eu fosse atendida e medicada.

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sábado, 13 de fevereiro de 2010

Uma Família Feliz!


My Stick Family from WiddlyTinks.com

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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

8 meses

Esse post está atrasado devido a inúmeros contratempos.
Dia 30/01 o Breninho fez 8 meses, e mais uma vez eu escrevo que parece que foi ontem que descobri a gravidez.
Ele está sapeca, agora mesmo está explorando a casa, levantando o tapete da minha sala, enrolando-o. Falando em casa... Cadê a organização? Agora meus CDs e DVDs vivem espalhados por aí. O controle do video-game teve que ser trocado por um sem fio, senão o pobre video-game é arrastado pela casa toda. Aliás esse menino adora um controle, qualquer um. E ele sabe que eles controlam a TV, ai ai.
Ele já fica em pé nos móveis e anda contornando-os, um fofo!
Segunda-feira o Breninho foi picado por uma abelha. Fiquei muito preocupada com medo que ele tivesse alguma reação alérgica. Ele não teve, mas me senti um péssima mãe. Como eu pude deixá-lo ser picado po ruma abelha. O fato é que eu não vi que ela estava no chão, me senti tão mal por ele sentir a dor, me senti pior ainda porque eu poderia ter evitado se tivesse olhado o chão direito. Estou me sentindo péssima até agora.
A foto é do começo de janeiro. Ainda não consegui baixar mais fotos no PC, mas em breve coloco mais fotos do filhote aqui.

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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Resultado dos Sorteios

Alguns contratempos acontecerem (relatarei em breve), mas estou aqui com o resultado do sorteio.
Quem ganhou o livro  foi a Camila Ghidoni. Parabéns Camila! Já estou com seu endereço!

A ganhadora da agenda foi a Luciana de Jesus Miranda de Oliveira. Parabéns Luciana!

Em breve vocês estarão recebendo seus presentes em casa.

Aguardem mais sorteios.

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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

A Alimentação dos filhos e os outros


Ter um filho é uma emoção incrível, um amor indescritível. Formar uma família é algo comum, mas incrivelmente mágico.
Ao formar uma família o casal deve compartilhar das mesmas idéias, um deve apoiar o outro no que se refere a criação dos filhos (aliás isso ocorre também deveria ocorrer com casais separados, pouparia muita dor de cabeça na criação dos filhos).
Uma das coisas que nos deixa sem paciência é o palpite dos outros. Mas quem são os outros? Todos aqueles que não pai nem mãe do NOSSO filho, ou seja, todos! A alimentação é algo que todo mundo gosta de dar pitaco e dizer que fazemos errado.
Eu e meu marido ACREDITAMOS NA AMAMENTAÇÃO EXCLUSIVA ATÉ OS 6 MESES. Simples, não? Aparentemente, não é simples para os outros.
Breninho sempre foi magrinho e não engordava muito, sofria de um refluxo muito forte (que descobrimos ser alergia a proteína do leite de vaca). Iamos toda semana no pediatra para monitorar seu peso. Ele mamou exclusivamente no peito até os 6 meses. O pediatra sempre dizia que não era para nos preocuparmos, pois, apesar de pouco , ele engordava. Sempre teve uma aparência saudável, sempre foi ativo e nunca ficou doente. Nós confiamos no Dr. Marco e sempre seguimos o que ele disse, afinal ele estudou anos para ser pediatra e sabe o que fala.

(Eu acredito que cada pessoa estuda para uma especialidade, ele fez Medicina e se especializou em Pediatria, portanto conhece mais do que eu. Eu fiz Letras e me especializei em Literatura, portanto sei mais que ele. Resumindo, quem tem razão é quem estudou para isso, não quem dá palpite).

O grande problema que enfrentamos são os outros que dão palpites o tempo todo. Todas as vezes que voltávamos do pediatra as pessoas sempre cobravam se ele tinha dado complementação ou algum outro tipo de alimento (como sopinha). Daí vem aquelas pessoas que tiveram filhos há mais de 30 anos falando “Mas com 3 meses meu filho já tomava todos os tipos de sopinha”, ora o SEU filho tomava, o MEU não vai tomar. Preste atenção nos pronomes.
Agora, com 7 meses (8 amanhã), muitas pessoas não entendem porque só damos papinha ou frutinha. Daí vem aquela história... “Na idade dele MEU filho já comia arroz, feijão e ovo. Tomava leite com mel.”
Como é que é? Querem que eu dê ovo e mel para meu bebê? Será que essas pessoas não se atualizam? Não vêem as doenças que esses alimentos podem causar em bebês? PQP!
Agora que ele está comendo querem entuchar tudo no menino. Qualquer brecha é: “Dá pão para ele! Dá carne para ele! Dá danoninho para ele!” Pera aí! Não vou dar pão nem carne pra um menino que tem 1/3 de dois dentes (estão crescendo ainda). Danoninho? Essas pessoas tem algum problema mental? ELE É ALERGICO A LEITE!
Imaginem se eu tivesse feito tudo o que me mandaram fazer sem a orientação do pediatra? Muitos sugeriram que eu desse complementação por conta própria, se eu tivesse feito isso seria pior, pois descobrimos que o Breninho tinha alergia a proteína do leite de vaca. Continuo pensando assim e NÃO darei ao meu filho o que as pessoas sugerem. Aliás, vai uma sugestão minha: guarde sua opinião sobre a alimentação para SEU filho, do meu sou EU quem cuida.

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Imagem retirada daqui.

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